quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Já não sei dizer se ainda sei sentir. O meu coração já não me pertence, aá não quer mais me obedecer; parece agora estar tão cansado quanto eu. Até pensei que era mais por não saber que ainda sou capaz de acreditar. Me sinto tão só, e dizem que a solidão até que me cai bem. Às vezes faço planos, às vezes quero ir pra algum país distante, voltar a ser feliz.
Já não sei dizer o que aconteceu, se tudo que sonhei foi mesmo um sonho meu, se meu desejo então já se realizou. O que fazer depois? Pra onde é que eu vou? Eu vi você voltar pra mim. Eu vi você voltar pra mim. Eu vi você voltar pra mim...

Dessa vez parece definitivo...
É engraçado, o tal do fim...
Eu nem sei o que sentir, na verdade...
A raiva de mim, bom, isso eu sinto há tempos..
O vazio, quem sabe? A dor, a gastrite, qualquer coisa...
E os olhos castanhos não vão mais tocar os meus de novo...
É uma pena, uma grande pena...
Porque era não só o melhor beijo, o melhor abraço, as melhores mãos; era a melhor voz, as melhores palavras, os melhores sorrisos, as melhores piadas...

É agora que eu não sinto nada, não quero nada, e não vejo nada.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Sabe, depois da queda não veio o coice, dessa vez.
Ontem foi "um dia perfeito", porque já dizia Renatão, "as pequenas coisas que valem mais".
E, bom, hoje eu acordei bem, até!
Na verdade eu acordei MUITO bem...
Depois do café o interfone toca... Eu, achando que era o cara da janela, arrumo o quarto correndo, e vou atender... Mas - que sorte! - o homem não estava interessado em arrumar a minha janela: "Luana? Entrega pra você!". E eu desci... E quando cheguei lá, bom, 12 rosas vermelhas e uma branca... *-* rosas!
Ok, sou uma menininha boba e apaixonada, quem liga? :D

domingo, 13 de dezembro de 2009

Vazia.
Não por inteirom porque não tem mais como.
Excluindo a mente me sinto vazia.
É - novamente - a gastrite. É também a falta de força, os braços e pernas tremendo, a cabeça explodindo o choro...
É a tal da tristeza, que não me visitava há tempos.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

É a gastrite, de novo. É a minha constante destruição...
Eu não sei mais como eu sou, de verdade.
Eu devo ser do tipo de pessoa que já me advertiram que eu era, e só agora eu sei...
Eu devo ser, sim, esse tipo horrível, quase monstruoso e desafetuoso...
Eu devo ser um poço, um poço gigantesco.. E vazio.
É a gastrite, e a música da Vic ao fundo...
São as palavras duras e frias, são as caras de desgosto...
Sim, sou eu.
Eu devo ser um constante problema.
Eu não sei me expressar, e isso vem desde meu início.
Bom, mas talvez eu realmente seja isso... Sim, ISSO...
Eu devo ser qualquer personagem efêmero, na vida de todos...
E talvez seja assim de novo, o que é doloroso demais, dessa vez.
Na verdade é tudo o que eu não queria ser, "mais um personagem efêmero".
Talvez seja só a gastrite, e a música do Buchecha.
Quem sabe seja drama, prefiro que o seja.
Porque, se dessa vez for de verdade, eu prefiro que não seja mais nada, nunca mais. Prefiro não ser.
Se for pra ser, que eu seja realmente efêmera, pra sempre.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Que droga. O cansaço, a saudade adiantada, a falta de resposta.
Bom, de qualquer forma que meu coração se afogue nele mesmo. Não que eu tenha cansado de amar, mas cansei de pensar o amor.
Se é assim mesmo, que assim seja.