É isso que eu faço, eu erro o tempo todo. Erro por às vezes falar demais, e erro, quase sempre, por deixar de falar. Mas, de verdade, tudo o que eu NÃO queria era errar, principalmente com ele, o dono dos meus sorrisos mais sinceros.
Eu sempre ouvi que cobrava demais de mim, deve ser, mesmo, mas essa era a hora de me cobrar: “Vai, fala tudo o que você sente, agora, fala o quanto você quer ter as mãos nas suas, o quanto os olhos são importantes, o quanto os beijos te fazem bem, como as palavras te confortam, fala!”. Essa era a hora de me cobrar. Porque ele, ele devolveu a vida aos meus dias. Ele me fez ver como eu preciso do sorriso dele, das cores todas, dele, dele por inteiro... Porque sim, eu amo os detalhes, os defeitos, eu amo tudo nele, sem excessão...
E é não só doloroso, mas absurdamente mortal ouví-lo com a voz fraca, com a falta de voz comigo... Afinal, tudo o que eu tenho a dizer tá em mim, desde muito tempo, só falta sair.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Quando eu e Beauvoir falamos a mesma língua.
"Nós não teremos de despertar porque não é um sonho; é uma história real e maravilhosa que apenas se inicia. Eu o sinto comigo e aonde eu for você irá, não apenas seu olhar, mas você inteiro. Eu o amo, e não há mais nada a acrescentar. "
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
domingo, 1 de novembro de 2009
Das 9h às 9h, foi o que você disse, e eu ficaria muito mais.
Pra mim pareceu dar 9h às 9h01, na realidade. E eu queria dizer tanto, e a vergonha não deixa. De qualquer forma é tudo, a risada, os socos (háhaha), as palavras tortas, as cócegas, as mordidas. Tudo é ideal.
E eu não precisaria desse "mais um dia" pra sentir mais saudade, e enfim.
E eu não sei se 'você é meu', mas com o passar do tempo eu vou tendo a sensação de que eu sou sua, não fisicamente, mas os meus pensamentos são seus, os meus sonhos são seus.
E eu tô bem viadinha hoje :D
Pra mim pareceu dar 9h às 9h01, na realidade. E eu queria dizer tanto, e a vergonha não deixa. De qualquer forma é tudo, a risada, os socos (háhaha), as palavras tortas, as cócegas, as mordidas. Tudo é ideal.
E eu não precisaria desse "mais um dia" pra sentir mais saudade, e enfim.
E eu não sei se 'você é meu', mas com o passar do tempo eu vou tendo a sensação de que eu sou sua, não fisicamente, mas os meus pensamentos são seus, os meus sonhos são seus.
E eu tô bem viadinha hoje :D
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Força.
Daonde vem essa força?
Não sei o que um telefonema pode mostrar, mas a minha voz enfraqueceu, e a dela não. É incrível como não caiu a ficha lá, e aqui ela meio que voltou. O que eu quero dizer é que ela tá lá, tão longe e tão forte. É como a avó, uma 'rocha'.
Mas enfim, é bom ver que o sorriso, mesmo que ainda curto e sem graça ainda existe. É muito bom saber que ela sabe que tava na hora de descansar, porque sofrer daquele jeito não dava mais. É incrívelmente bom saber que a menina gauche - com o perdão do trocadilho - é forte, é incrível, é minha eterna amiga.
E a minha força?
A minha voz forte, parcialmente gritada, pra onde foi? É muito interessante como os meus mínimos problemas me enfraquecem mais do que os grandes dela. Digo, é só uma paixão, que eu espero que não passe, mas que assusta, demais, e me faz fraquejar, me faz gaguejar. Hoje, por exemplo, enquanto o bolinha me mostra como eu 'estraguei tudo', a voz, sem falar, se tornava morta, sumia aos poucos.
É a força, e a falta dela.
Não sei o que um telefonema pode mostrar, mas a minha voz enfraqueceu, e a dela não. É incrível como não caiu a ficha lá, e aqui ela meio que voltou. O que eu quero dizer é que ela tá lá, tão longe e tão forte. É como a avó, uma 'rocha'.
Mas enfim, é bom ver que o sorriso, mesmo que ainda curto e sem graça ainda existe. É muito bom saber que ela sabe que tava na hora de descansar, porque sofrer daquele jeito não dava mais. É incrívelmente bom saber que a menina gauche - com o perdão do trocadilho - é forte, é incrível, é minha eterna amiga.
E a minha força?
A minha voz forte, parcialmente gritada, pra onde foi? É muito interessante como os meus mínimos problemas me enfraquecem mais do que os grandes dela. Digo, é só uma paixão, que eu espero que não passe, mas que assusta, demais, e me faz fraquejar, me faz gaguejar. Hoje, por exemplo, enquanto o bolinha me mostra como eu 'estraguei tudo', a voz, sem falar, se tornava morta, sumia aos poucos.
É a força, e a falta dela.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Falta certeza.
Mas quando, quando eu tive certeza? Quando a razão foi mais forte que a emoção?
Talvez não seja pra ser, talvez eu interprete muito mal. Mas hoje, depois de tempos, a palavra amor não tem olhos azuis e sorriso já antigo. E quem se importa? A feição de amor, hoje, não dá a mínima. Ou só não demonstra, eu espero.
De qualquer forma essas paixões que me fazem bem mesmo me fazendo mal ainda não me cansaram, não me enjoaram, porque eu sei que de qualquer forma é disso que eu preciso. Não meramente me apaixonar. Mas realmente me apaixonar. Não só por ele, nem pela banda, pelos amigos ou família. Por mim, pelo tempo, pelo sol, por tudo.
E, eu continuo a perguntar, e agora?
(OMG o Leon lê)
Mas quando, quando eu tive certeza? Quando a razão foi mais forte que a emoção?
Talvez não seja pra ser, talvez eu interprete muito mal. Mas hoje, depois de tempos, a palavra amor não tem olhos azuis e sorriso já antigo. E quem se importa? A feição de amor, hoje, não dá a mínima. Ou só não demonstra, eu espero.
De qualquer forma essas paixões que me fazem bem mesmo me fazendo mal ainda não me cansaram, não me enjoaram, porque eu sei que de qualquer forma é disso que eu preciso. Não meramente me apaixonar. Mas realmente me apaixonar. Não só por ele, nem pela banda, pelos amigos ou família. Por mim, pelo tempo, pelo sol, por tudo.
E, eu continuo a perguntar, e agora?
(OMG o Leon lê)
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