sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

É a gastrite, de novo. É a minha constante destruição...
Eu não sei mais como eu sou, de verdade.
Eu devo ser do tipo de pessoa que já me advertiram que eu era, e só agora eu sei...
Eu devo ser, sim, esse tipo horrível, quase monstruoso e desafetuoso...
Eu devo ser um poço, um poço gigantesco.. E vazio.
É a gastrite, e a música da Vic ao fundo...
São as palavras duras e frias, são as caras de desgosto...
Sim, sou eu.
Eu devo ser um constante problema.
Eu não sei me expressar, e isso vem desde meu início.
Bom, mas talvez eu realmente seja isso... Sim, ISSO...
Eu devo ser qualquer personagem efêmero, na vida de todos...
E talvez seja assim de novo, o que é doloroso demais, dessa vez.
Na verdade é tudo o que eu não queria ser, "mais um personagem efêmero".
Talvez seja só a gastrite, e a música do Buchecha.
Quem sabe seja drama, prefiro que o seja.
Porque, se dessa vez for de verdade, eu prefiro que não seja mais nada, nunca mais. Prefiro não ser.
Se for pra ser, que eu seja realmente efêmera, pra sempre.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Que droga. O cansaço, a saudade adiantada, a falta de resposta.
Bom, de qualquer forma que meu coração se afogue nele mesmo. Não que eu tenha cansado de amar, mas cansei de pensar o amor.
Se é assim mesmo, que assim seja.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

É isso que eu faço, eu erro o tempo todo. Erro por às vezes falar demais, e erro, quase sempre, por deixar de falar. Mas, de verdade, tudo o que eu NÃO queria era errar, principalmente com ele, o dono dos meus sorrisos mais sinceros.
Eu sempre ouvi que cobrava demais de mim, deve ser, mesmo, mas essa era a hora de me cobrar: “Vai, fala tudo o que você sente, agora, fala o quanto você quer ter as mãos nas suas, o quanto os olhos são importantes, o quanto os beijos te fazem bem, como as palavras te confortam, fala!”. Essa era a hora de me cobrar. Porque ele, ele devolveu a vida aos meus dias. Ele me fez ver como eu preciso do sorriso dele, das cores todas, dele, dele por inteiro... Porque sim, eu amo os detalhes, os defeitos, eu amo tudo nele, sem excessão...
E é não só doloroso, mas absurdamente mortal ouví-lo com a voz fraca, com a falta de voz comigo... Afinal, tudo o que eu tenho a dizer tá em mim, desde muito tempo, só falta sair.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Quando eu e Beauvoir falamos a mesma língua.

"Nós não teremos de despertar porque não é um sonho; é uma história real e maravilhosa que apenas se inicia. Eu o sinto comigo e aonde eu for você irá, não apenas seu olhar, mas você inteiro. Eu o amo, e não há mais nada a acrescentar. "

quinta-feira, 5 de novembro de 2009


Escrever agora é mais difícil. Digo, escrever aqui. É muito mais fácil, e comodo escrever quando as coisas não estão bem, quando estão, bom, a necessidade de escrever foge um pouco, e eu prefiro passar duas horas ao telefone.

domingo, 1 de novembro de 2009

Das 9h às 9h, foi o que você disse, e eu ficaria muito mais.
Pra mim pareceu dar 9h às 9h01, na realidade. E eu queria dizer tanto, e a vergonha não deixa. De qualquer forma é tudo, a risada, os socos (háhaha), as palavras tortas, as cócegas, as mordidas. Tudo é ideal.
E eu não precisaria desse "mais um dia" pra sentir mais saudade, e enfim.
E eu não sei se 'você é meu', mas com o passar do tempo eu vou tendo a sensação de que eu sou sua, não fisicamente, mas os meus pensamentos são seus, os meus sonhos são seus.

E eu tô bem viadinha hoje :D